Em uma reunião com deputados, senadores e dirigentes do seu partido, na tarde desta quarta-feira (25), o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez acenos após brigas no clã, pediu por união da direita e chorou ao falar da prisão do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O senador anunciou que protocolou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para acabar com a reeleição no país —uma das propostas que ele tem defendido na pré-campanha. O texto tem o apoio de 14 parlamentares até agora, e são necessários 171 deputados ou 27 senadores para que a proposta seja protocolada.
“Protocolei uma PEC para confirmar aquilo que já havia dito, de que o presidente da República deve ser por apenas um mandato. Então faço um gesto público […] para mostrar que isso não é um projeto pessoal, é um projeto de país. É a consciência de que o Brasil não aguenta mais quatro anos de PT”, disse Flávio a jornalistas após a reunião.
A imprensa não teve autorização para acompanhar o encontro, mas congressistas relataram que a intenção de Flávio foi aparar arestas e engajar sua base para a campanha, ressaltando que está feliz com o resultado das pesquisas sobre a disputa contra Lula (PT).
Emocionado, Flávio falou sobre a visita que fez nesta quarta a seu pai, preso na unidade conhecida como Papudinha, e relatou a situação debilitada do ex-presidente. Disse ainda que Bolsonaro estará com ele no dia da sua posse, em janeiro de 2027 —caso seja eleito presidente.








