O Pix foi mencionado 20 vezes pelo governo americano como exemplo de prática comercial considerada “irrazoável” no documento que propõe uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Essa medida surgiu após investigações realizadas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR).
O USTR classificou algumas práticas comerciais no Brasil como “irrazoáveis” após encerrar uma investigação iniciada em julho de 2025. Como consequência, o órgão lançou uma consulta pública para avaliar um pacote de “medidas corretivas”, incluindo a criação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, além de determinar uma lista de isenções específicas.Entre os argumentos utilizados para justificar a tarifação, a investigação destacou práticas consideradas prejudiciais aos interesses americanos.
Além da alegação de ordens sigilosas envolvendo remoção de conteúdo político e suspensão de perfis nas plataformas digitais, o relatório enfatizou uma suposta preferência pelo sistema de pagamento instantâneo Pix no mercado financeiro brasileiro, que teria impactado negativamente empresas dos Estados Unidos.








