A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) manteve o contrato do técnico italiano Carlo Ancelotti até 2030, mesmo após a eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega em partida realizada neste domingo (5) pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2026.
O acordo, renovado em maio deste ano, prevê remuneração de 10 milhões de euros por ano (cerca de R$ 59,3 milhões na cotação de 5 de julho de 2026) e totalizando aproximadamente R$ 237 milhões ao longo dos quatro anos no comando. Com este valor, Ancelotti receberá mensalmente aproximadamente R$ 4,9 milhões por mês.
A renovação foi oficializada pela CBF poucas semanas antes da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. O treinador ocupa o cargo desde maio de 2025 e permanecerá responsável pela condução da equipe durante todo o ciclo de preparação para a próxima edição do mundial, a ser disputada, pela primeira vez, em seis países. A edição de 2030 irá celebrar os 100 anos da primeira edição de uma Copa do Mundo e irá acontecer em Marrocos, Argentina, Paraguai, Uruguai, Espanha e Portugal.
O mundial
Organizada pela FIFA a cada quatro anos, a Copa do Mundo é uma competição internacional que reúne as melhores seleções classificadas através de eliminatórias continentais. No Brasil, a definição dos jogadores participantes parte da comissão técnica e, juntamente com o treinador, é de responsabilidade da CBF. A entidade tem autonomia para definir o comando da seleção e escolher os atletas que representarão a equipe nas competições internacionais.








